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Archive for the ‘Show’ Category

VIRADA CULTURAL: O que a equipe do Aquilo Mais Isso recomenda

In Música, Show on 15/04/2011 at 18:27

Por Aquilo Mais Isso

 Ainda não sabe o que fazer nessa Virada? A gente tem algumas sugestões para você.

Por Beatriz Mendes:

Ainda pouco conhecida em São Paulo, a Baianasystem pode ser uma boa pedida para quem gosta do som da velha e boa guitarra baiana. A banda estuda as diversas sonoridades do instrumento e mistura o axé da Bahia com efeitos eletrônicos, percussão afro, dub e reggae, gerando uma mistura alegre e envolvente, perfeita para quem já está com saudade do carnaval.

Divulgação

http://www.myspace.com/baianasystem

Onde: SESC Consolação

Hora: Às 22 horas de sábado (16)

 

Por Paula Vidal:

A banda cover Beatles 4ever apresentará, na Virada Cultural, a etapa mais ousada do projeto “The Beatles Complete Works”: todos os albúns dos beatles serão tocados, em ordem cronológica, durante 24 horas.

divulgação

O projeto nasceu da ideia de tocar um album dos Beatles, ininterruptamente, uma vez por mês e já rendeu ao Beatles 4ever sua entrada para o Guinness Book, quando passaram 16 horas tocando os albuns da banda inglesa. A reprodução é fiel e vale a pena ser vista e ouvida, com direito a figurinos, adereços e músicos de apoio que ajudam a reecriar a sonoridade dos Fab Four. Uma boa opção para beatlemaníacos e apreciadores do iê-iê-iê e do bom e velho rock ‘n’ roll.

Palco Boulevard São João, próximo a estação são bento do metrô, a partir das 18h de sábado.

Confira o horário de cada álbum: http://www.beatles4ever.com.br/agenda.htm

Onde: Boulevar São João

Hora: Durante toda a virada (24 horas)

Por Paula Lion:

The Soft Machine Legacy vem ao Brasil, pela primeira vez, para se apresentar na Virada Cultural de São Paulo. O grupo de rock britânico de Canterbury, inicialmente chamado “The Soft Machine”, foi uma das bandas pioneiras no cenário do rock psicodélico e jazz da década de 70, mas que nunca alcançou reconhecimento internacional significativo.

Capa do album "Bundles" de 1975

Formado em 1966 por Robert Wyatt, Kevin Ayers, Daevid Allen e Mike Ratledge, nomearam a banda em homenagem o livro “The Soft Machine”, de William S. Burroughs. O grupo sofreu varias mudanças  formação e, desde 1988, vem lançando suas gravações ao vivo em CD.  .

www.johnetheridge.com/softmachinelegacy/ – Link da turnê, caso interesse

Onde: Palco Líbero Badaró

Hora: Às 17h do domingo (17)

Por Brunno Marchetti:

Ainda com as atrações de músca, um pouco de Ska não faz mal a ninguém. E ninguém melhor do que o Skatalites, uma das bandas consideradas fundadoras desse movimento musical, para apresentar esse som. Apesar de ter sido fundada nos anos de 1960, a banda ainda continua com a mesma qualidade sonora.

Divulgação

Onde: Palco São João

Hora: Às 23h de sábado (16)

VIRADA CULTURAL: Orquestra de Câmara da USP e The Central Scrutinizer Band tocam Frank Zappa

In Música, Show on 09/04/2011 at 12:38

Por Tiago Almeida

Frank Zappa

O compositor americano Frank Zappa (1940-1993) possui uma obra tão grandiosa quanto de difícil classificação. Embora muitas páginas já tenham sido escritas sobre seus álbuns ditos de Rock ou Jazz-Rock nada convencionais, talvez os mais fascinantes sejam justamente os menos explorados pelo jornalismo musical: os “Orchestral Works”. A história da relação de Zappa com a música erudita começou aos treze anos, com o fascínio provocado já na primeira audição de “EMS 401, The Complete Works of Edgard Varèse – Vol. 1”, que ele comprou por pouco menos de quatro dólares numa loja de discos do deserto californiano onde cresceu. “Eu comecei a escrever música de câmara quando tinha 14 anos. Ninguém quis tocar aquilo. Então eu peguei a minha guitarra e disse: que se dane! Eu vou fazer dinheiro e conseguir um pouco de sexo”, disse Zappa certa vez, deixando evidente a relação de causa e efeito entre a admiração por Varèse e sua própria obra, erudita ou rock’n roll.

Zappa explorou toda a obra de Varèse durante sua juventude e até tentou, sem sucesso, encontrar o compositor no seu apartamento em Nova Iorque. No aniversário de quinze anos, Zappa pediu de presente à sua mãe um telefonema de longa-distância e conseguiu falar com Varèse, que, na época, estava trabalhando na composição de “Deserts”. “Quando você tem quinze anos, vive no Deserto de Mojave e descobre que o maior compositor do mundo, em algum laboratório secreto de Greenwich Village, está trabalhando numa música sobre sua ‘cidade natal’ você pode ficar muito excitado”, contou Zappa muitos anos mais tarde. “Eu ainda acho que Deserts é sobre Lancaster, mesmo que as ‘liner notes’ do LP da Columbia digam que é sobre algo mais filosófico.”

Frank Zappa

Nas décadas seguintes a esse primeiro encontro, Zappa se empenhou numa revolução estética que tornaria cada vez menos evidente a dicotomia Erudito/Popular na música: “Isso parece frustrar tanto as pessoas sérias quanto o público de rock. Eu não pertenço a nenhum desses mundos”, gabava-se Zappa. Sob esse aspecto, não é coisa de pouca importância que Tom Zé já tenha sido chamado de “the father of invention”, numa referência direta à primeira banda de Zappa, “The Mothers of Invention”. Sobre os Beatles, esclareceu Zappa, “eu não os odeio. Eu até gosto de duas ou três músicas deles. Eu apenas acho que eles eram ridículos”. Também parecia não dar muita importância à música minimalista: “Nunca ouvi nenhuma composição do Philip Glass. Eu suponho que elas têm muitas repetições”. Zappa detestava Mozart, Mahler e Beethoven, “os compositores que todo mundo gosta”, disse. Detestava particularmente a “Sinfonia Escocesa”, de Mendelssohn, talvez com a mesma intensidade que admirava Varèse e Anton Webern, referências fundamentais para compreender a sua obra. Álbuns como “The Yellow Shark” e “The London Symphony Orchestra” foram recebidos com muito entusiasmo e tornaram Zappa um dos compositores mais importantes das últimas décadas, talvez até de todo o século XX.

Pois bem, dando sequência à sua temporada 2011 dedicada à música do século XX, a OCAM – Orquestra de Câmara da Universidade de São Paulo, sob a direção artística e regência do Maestro Gil Jardim, apresentará a música de Frank Zappa na Virada Cultural. A programação no site oficial do evento informa os Yellow Shark’s works “Dupree’s Paradise”, “The Dog Breath Variations / Uncle Meat”, “Be-bop Tango” e “G-Spot Tornado”, com a participação da The Central Scrutinizer Band, banda paulistana que faz cover de Zappa há mais de vinte anos e que é uma das mais respeitadas em todo o mundo. A Scrutinizer, aliás, já trouxe para a Virada Cultural o cantor e guitarrista Ike Willis, que acompanhou Zappa por mais de uma década.

Frank Zappa e Pierre Boulez, 1989

Nas conversas de boteco, muito entusiasmo, mas também muita desconfiança. Executar Zappa não é fácil e há quem preveja fiasco para essa noite. O álbum “The Perfect Stranger”, de 1984, foi conduzido por Pierre Boulez, o regente favorito de Zappa e talvez o maior regente do século XX, à frente da Ensemble InterContemporain. Segundo Zappa, “Boulez encontrou uma série de dificuldades inesperadas para conduzir a minha música. Seus músicos são virtuosos altamente treinados e especializados em tocar música contemporânea. Mas minha música é muito diferente da maioria das músicas que eles tocam. Pedimos a muitas pessoas que toquem juntos vários ritmos diferentes”. De qualquer forma, o resultado desse encontro foi tão excepcional que torna absurdo o pedido irônico do próprio Zappa escrito no encarte: “Todo material contido nesse disco é destinado apenas à diversão e não deve ser confundido com nenhuma outra forma de expressão artística”. Diante disso tudo, quem duvida que a apresentação da OCAM e da The Central Scrutinizer Band na Virada Cultural será um dos maiores acontecimentos musicais do ano?

A apresentação será no dia 16 de abril, às 21h, no palco da Estação da Luz. Além das peças de Zappa, a OCAM também apresentará “Dances Ballet Estancia”, de Alberto Ginastera, e “Dumbarton Oaks”, de Igor Stravinsky. Como aperitivo, “G-spot Tornado”, do The Yellow Shark, com Frank Zappa regendo a Ensemble Modern:

ESCUTAQUI! Sai da Rede com Isaar e Burro Morto

In ESCUTAQUI!, Música, Show on 29/03/2011 at 10:56

Por Mariana Figueiredo

Você já deve ter ouvido falar do projeto Sai da Rede – uma série de shows com artistas que se destacaram na internet que acontece no CCBB, toda terça-feira, desde 15 de março. Mas será que já se deparou com a marcante voz da pernambucana Isaar? E do som instrumental que fazem os paraibanos do Burro Morto?

Pois é, hoje eles dividirão o palco do Centro Cultural Banco do Brasil, em dois horários (às 13 horas e 19h30) e ta aí uma imperdível chance de conhecê-los.

Isaar /foto: divulgação

A cantora e compositora Isaar já deixou seu trabalho registrado em dois discos ao lado do grupo Comadre Florzinha. Com referências do coco, maracatu, afoxé, ela participou dos projetos Orquestra Santa Massa e Aparelhagem, ambos do consagrado DJ Dolores, além de gravações com Antonio Nóbrega, Eddie, Mundo Livre S/A e Silvério Pessoa.

Burro Morto /foto: Fernando Martins

Já os meninos do Burro Morto fazem um som de primeira que partiu da ideia de criar e experimentar novas possibilidades sonoras e sensoriais. Misturando elementos do afrobeat, jazz, funk, tropicália e psicodelia , eles estão prestes a lançar seu primeiro álbum, Baptista virou máquina.

Vai Lá!

Onde? Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – São Paulo
(11) 3113-3651 / 3113-3652
Quando? 29 de março às 13h e 19h30..
Duração: 80 minutos
Ingressos: R$ 6,00 e R$ 3,00 (meia-entrada)

Show gratuito de Norah Jones

In Música, Show on 12/11/2010 at 09:02

Por Brunno Marchetti

Capa do album que dá nome à turnê, "The Fall" /Divulgação

Não deixe de se programar, neste domingo (14)  acontece o show da cantora norte americana Nora Jones no parque da Independência, no bairro do Ipiranga. Está é a segunda apresentação da cantora agendada para este mês no Brasil, a primeira ocorre hoje no Teatro Positivo, em Curitiba.

A apresentação faz parte da turnê “The Fall” e ainda deve passar pelo Rio de Janeiro no dia 16 e por Porto Alegre na próxima quinta-feira, dia 18 deste mês.

 

Vai lá!

Norah Jones no Parque da Independência – Dia 14 de novembro, às 16h

Endereço:  Av. Nazareth, s/n – Ipiranga

Entrada franca

Música nos metrôs de São Paulo

In Música, Show on 30/10/2010 at 21:13

Por Brunno Marchetti

Rafael Masgrau, um dos músicos brasileiros do festival. - Crédito: Jozzu/Red Bull Photofiles

Quem costuma circular de metrô por São Paulo, vez ou outra é surpreendido com um tipo de artista não tão comum na cidade, o músico de rua. Apesar de proibidos de tocar nas estações da capital paulista, nos dias 8 a 12 de novembro eles terão mais do que permissão para fazer seu som, no I Festival Internacional de Músicos de Metrô, o Red Bull Sounderground.

As apresentações contarão com 20 músicos, dentre esses 9 brasileiros.  A curadoria que selecionou os artistas foi de Pena Schmidt – atual superintendente do Auditório Ibirapuera/SP, Danilo Martire Caciavilani, da Coordenadoria de Ação Cultural do Metrô de São Paulo e Lívio Tragtenberg – compositor experimental e saxofonista, fundador da Orquestra de Músicos de Rua de São Paulo. Os ritmos representados são os mais variados, desde música erudita até jazz e rock clássico, passando também pelos tradicionalmente brasileiros. Uma das bandas que representa o som nacional é o Duo Benetiz, como pode ser conferido no vídeo.

Entre os internacionais as influencias são tão diversas quanto a dos brasileiros. O músico moldavo radicado em Barcelona, Anatol Eremciuc, traz em traz com seu acordeon melodias que passam pela musica folk de sua terra natal e pelo jazz. Como o próprio afirma “Meu trabalho atual é baseado no conceito de fusão. Fundir e mesclar estilos musicais do Leste Europeu com estilos mais ocidentais. Quero levar essa música com um toque pessoal para o público que me recebe”. Quem quiser conhecer um pouco mais da música de Anatol pode conferir o vídeo abaixo ou acessar o link do músico.

Para mais informações sobre os artistas e sobre o festival, acesse o link.

Vai Lá!

Red Bull Sounderground – I Festival Internacional de Música de Metrô

De 8 a 11 de nobembro – apresentações  das 11h às 13h e das 17h às 19h, nas estações Luz, Ana Rosa, Vila Madalena, Corinthians-Itaquera, Tatuapé, Brás, Sé, Anhangabaú, República e Palmeiras-Barra Funda.

No dia 12 de novembro – jam session com a participação de todos os artistas, às 17h na estação da Sé.

Abertura do Outubro Independente agita o Centro Velho de SP

In Artes Plásticas, Cinema, Dança, Design, Exposição, Festas de Rua, Festivais, Fotografia, Grafite, Literatura, Música, Palestra, Show, Teatro on 28/09/2010 at 09:00

Por Clara Caldeira

Foto: reprodução

Na próxima sexta feira dia 1° de outubro a sacada da Associação Brasileira de Empresários de Diversões será palco, ou melhor, pista, ou seria tela… Da abertura do Outubro Independente 2010. A festa que inclui projeções, performances, live paiting, sound system e sets de Dj de diversas partes do mundo é fruto de uma parceria entre o Outubro Independente e o coletivo Voodoohop que comemora um ano de existência e promete agitar a madrugada do Centro Velho de sexta para sábado.

Foto: reprodução

O evento que dá o pontapé inicial do Outubro Independente deste ano terá a presença dos DJs Shir Khan e Berlin Battery, da Alemanha, Souksouklow, da França, além de Camilo Rocha, Pomba, Dolores e Tomash. Também haverá uma apresentação do grupo alemão Kissogram, acompanhada de projeções do Código 11 Projeções (Sms Pixação + Sound Visualization) e ainda intervenções sonoras do Barulho.org.

Galeria Olido (Foto: reprodução)

O Outubro Independente, que surgiu como CCJ Independente, foi realizado durante quatro anos pelo Centro Cultural da Juventude e ganhou, em 2009, o apoio da Secretaria Municipal de Cultura. A partir daí o CCJ se uniu a novos parceiros como o Centro Cultural São Paulo (CCSP), a Galeria Olido e as bibliotecas Viriato Corrêa, Roberto Santos e Alceu Amoroso Lima.

Com o objetivo de discutir e incentivar a produção cultural independente feita no Brasil, o Outubro Independente trará shows, exposições, exibições de filmes, palestras e workshops, a maioria de graça, espalhados pelos espaços participantes.

Confira a programação:
http://www.centrocultural.sp.gov.br/outubroindependente

Vai Lá!

A festa de abertura começa com a exibição do filme “Pixo” na Galeria Olido, às 19h30 da sexta feira 1° de outubro. Depois, é só seguir o fluxo! Para ganhar sua senha para a Afterparty acesse o site do Voodoohop e ajude a divulgar o evento.